Não vou me alongar, nem falar sobre o dia das crianças, nem sobre meu feriado, não serei reduntante, não nos comentários, já basta a receita, mais um cupcake.
Já tem um tempo que quero fazer essa receita, ainda assim, não a fiz, não original do livro e do site da Martha, juntei receitas minhas e aproveitei a ideia.
Uma massa de cupcakes de chocolate, usei este aqui .
Recheio de brigadeiro daqui.
Cobri com marshmalow, que preparei assim:
Coloque 1 xícara de açúcar numa panela com 1 1/2 xícara de água e 1 colher de café de cremor de tartaro.
Leve tudo ao fogo até formar uma calda em ponto de fio forte.
Enquanto a calda cozinha, sem mexer, por favor, coloque 3 claras em neve na batedeira e 6 colheres de sopa de açúcar, deixe bater até formar picos duros, pingue algumas gotas de essência de baunilha e de amêndoas.
Continue batendo, despeje a calda saída do fogo e bata até esfriar.
Coloque num saco de confeitar e decore os cupcakes.
Depois de feito isso, é só banhar no chocolate hidrogenado, isso se você gostar, porque eu sou teimosa, e não suporto esse tipo de chocolate, então usei um chocolate ao leite, mais ou menos 500 grs, derreti na potencia média no MO e misturei 3 colheres de sopa de óleo de canola.
Temperei normalmente como o chocolate de verdade pede e banhei os cups, dica : o marshmalow não desgruda do bolinho quando é banhado, se você não rechear os bolinhos, se usar recheio, não recoloque a tampinha do bolo, eu recoloquei porque não pensei antes e tive algum trabalho na hora de banhar, porém entre mortos e feridos sobreviveram todos.
Ah, como usei o chocolate tradicional, é bom levar a geladeira para endurecer e formar uma casquinha crocante.
Estão esperando o que para fazer e liberar sua criança interior? Eu sei que você está babando!!!
Dizem que lá na Espanha, só se diz "Churro", como é difícil comer apenas um, por aqui se diz "Churros", não me importo muito, sei que quando era criança, hoje já posso dizer que sou pós adolescente, não podia sair de casa sem parar numa lanchonete e comer um pastel e um churro.
Algumas vezes tentei fazer em casa, mas espirrava muito e a massa ficava crua por dentro, até que na semana passada precisei fazer, foi um susto.
Recebi as orientações, os primeiros não ficaram bons, mas depois acabou saindo, o segredo está na temperatura do óleo, se deixar muito quente ele vai dourar rápido e ficar cru por dentro, sem contar que explode mesmo.
Outra coisa, não tenho o bico próprio para fazer o churro ficar com um furo no meio e rechear como é costume no Brasil, porque o original é frito e tchutchado no chocolate quente ou no doce de leite, que é um creminho, menos pastoso que o utilizado aqui, quase um leite condensado.
Não adianta eu ficar aqui descrevendo, melhor mesmo eu passar a receita e vocês experimentam.
Comecei fazendo o doce de leite, coloquei um litro de leite numa panela alta, com 1 xícara de açúcar, deixei cozinhando em fogo baixo, mexendo as vezes, até encorpar, ficou bem claro, e não muito doce, quanto mais açúcar colocar, mais rápido fica pronto e mais doce também.
Preparei a massa enquanto cozinhava o doce, usei 1 copo de água, 1 colher de sopa bem cheia de margarina, uma pitada de sal, 1 copo de farinha de trigo, 3 ovos.
Coloquei numa panela a água, a margarina e o sal, deixei abrir fervura, despejei a farinha de trigo, mexi até formar uma bola, retirei do fogo e fui adicionando os ovos, um a um, até formar uma pasta, bem consistente.
Deixei esfriar por completo.
Coloquei o óleo para esquentar e a massa num saco de confeiteiro com o bico 1M, pitanga da wilton.
Quando o óleo está quente, pressione o saco bem próximo do óleo, corte a massa com uma faca ou uma tesoura, untada, com o p´roprio óleo da fritura, se notar que o churro está dourando muito rápido, afaste a panela do fogo, para que o óleo, perca temperatura, deixe dourar, retire da panela e escorra sobre papel absorvente.
Passe no açúcar com canela, e sirva com o doce de leite. É claro que caloria pouca é bobagem, as crianças queriam com chocolate quente e o mais próximo que tinha em casa do chocolate era ovomaltine, não pensei muito, misturei o ovomaltine no doce de leite, coloquei em copos e servi o churro, ou neste caso os churros.
Não consegui contar o rendimento porque as boquinhas nervosas não paravam de pegar enquanto eu preparava, quase não consigo fazer as fotos.
Com esse friozinho, é uma ótima sugestão para a tarde do dia das crianças, ou para a véspera, ou o dia seguinte, fala sério, quem precisa de uma data para fazer doces???
Tem muita coisa acontecendo que não estou contando, como por exemplo, o trabalhinho por fora que arrumei, que é mais rentável e realizador que o oficial, passei uma semana trabalhando igual gente grande, e ADOREI!
Prometo conversar com a Mariana, amiga que trabalha por lá e me indicou, e se ela liberar as fotos eu publico aqui com alguma receita. Aliás a Mariana, já está convidada a vir me visitar para trocarmos figurinhas adocicadas. Ela faz muita coisa deliciosa, cookies que são uma perdição, sorvetes, bombons, e é bom eu parar de lembrar, para não babar no teclado, dá pra imaginar, uma semana, bem no meio do meu sugar free?
Eu não sofri quase nada.
Outra coisa que não contei é que, deixa pra lá, vamos só falar de coisa boa, para tentar concertar, umas coisinhas, resolvi passear todas as noites, assim que sair do trabalho, até encontrar um curso, ou algo que eu não precise desembolsar tanto dinheiro, na primeira noite, fui ao cinema, assistir, comer, rezar, amar.
Se não vou só adiando, e não faço nada por mim, trabalhei, mereço e fui, quem achar errado, que se tranque em casa e chore até pegar no sono.
Vejam o trailler, ouçam a musica, eu sou suspeita, gosto de Eddie Vedder .
Ah, vocês devem estar se perguntando, o que eu achei do filme.
Bom, eu gosto muito de ler e depois assistir, imagino eu, que o autor, deve verificar as cenas e aproxima las ao máximo da realidade, ou nem sempre. Fato é que eu gostei, foi bem sintético comparado ao livro e as vezes parecia uma maratona, quem não leu o livro, pode não achar lá grande coisa. O filme é bom, me fez chorar algumas vezes, o que não quer dizer muito porque na terça eu estava chorando por qualquer coisa. Mas também me fez rir, o que estava difícil no dia.
Ah, não vou deixar de dizer que o Neto, que é do contra, ao invés de pipocas, quis cachorro quente, lá vai ele com seu combo hot dog, sala de cinema adentro, e na hora de sentar na poltrona, só haviam duas mãos uma com o cachorro quente, outra com 1 lt de refri, adivinha quem foi pro chão, pra ele desocupar uma das mãos e abaixar a poltrona??? Ele mesmo o hot dog, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.
Eu chorava de rir, não sei se alguém percebeu, mas ele disfarçou um pouco, bebeu refri, abaixou, levantou, e num súbito, eis que ele me aparece sentado com o cachorro quente na mão, explicando que caiu com o papel para baixo e um sorriso muito amarelo.
Se não fosse pelo enorme saco de pipoca sairia do cinema, direto para a praça de alimentação, devorar uma boa massa, o Neto não ficou muito animado, até porque eu disse que queria um macarrão verde, e ele não tem um paladar muito aguçado, péssimo para uma futura chef, pastissier, mas chef.
Cheguei em casa cansada, nem olhei para a cozinha, no outro dia, salivei o dia todo pensando no tal macarrão verde.
Não sei se contei, mas sou meio avessa a macarrão, passei muitos anos, sem comer de jeito algum, só me reconciliei depois do yakissoba. Não é qualquer massa que eu como, tanto que fiquei um bom tempo no supermercado escolhendo qual comprar, gosto mesmo é de fazer, sei que é coisa de psicopata, mas vou fazer o que? Terapia? Não macarrão!
Eu já havia experimentado o tal pesto, na massa de pizza, como aperitivo, e em espaguete, mas nunca havia preparado, encontrei uma ótima receita no Technicolor Kitchen , uma é brincadeira, tem alguma receita lá que não seja divina? Eu to sempre por lá, não tenho tempo de comentar muito, no trabalho nem posso. Aproveito aqui para dizer que a Patricia é muito talentosa , e que não vou me cansar de tantas maçãs e limões siciliano, fiz também umas barrinhas de maçãs, só não postei ainda, em breve por aqui, ou lá, para quem quiser fazer logo.
Aproveito para sugerir, se é que ela não teve essa ideia ainda, de publicar um livro, com as receitas do blog, eu compraria com certeza, tem muitos blogs, que adoraria tê los em livro na minha cristaleira, o Technicolor é um deles.
Preparei meu talharim, tal qual a Patricia ensinou:
Talharim ao Pesto
400 grs de talharim
Molho:
2 colheres de nozes picadas
180 ml de azeite extra virgem
3 dentes de alho
1 e 1/2 xícara de folhas de manjericão-aperte bem na xícara para o molho ficar bem verde.
4 colheres de sopa de parmesão ralado
sal e pimenta do reino moída na hora
Modo de Preparo:
Coloque a água no fogo para cozinhar o macarrão.
Passe as nozes pelo processador, pulsando, reserve.
ainda no processador, coloque os ingredientes restantes do molho, e bata bem.
Depois de cozido o macarrão, reserve uma xícara da agua do cozimento e misture ao molho.
Despeje o macarrão numa vasilha e acrescente o molho.
Decore com nozes, parmesão e manjericão, sirva imediatamente.
A receita pede um bom vinho, claro que o Neto providenciou o vinho, ele só não contava que o abridor fosse quebrar, e o vinho continuar na garrafa até que eu faça outra massa, ou risoto e não me esqueça de comprar um saca rolhas decente.
Estou pensando numa massa a putanesca para a próxima, espero que não tenha que fazer uma dieta zero carboidrato para compensar.